quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mundomoto Teste – Yamaha XT1200 Z Super Teneré – Trovão Azul in Rio!


Super Teneré in Rio!
Quando o marketing da Yamaha me ligou, quase não acreditei. Primeiro porque essa turma não me liga nem a cobrar, morar no subúrbio de Sampa é difícil, hehe. Refeito do susto, recebi a oferta de uns dias com a nova – pelo menos aqui na província carioca – Super Teneré. Topei no ato, e combinei com meu amigo Roberto “Beto Kahena” Dutra, d’O Globo, de buscar a moto.  O Dutra, tremendo fidalgo, não se importou em deixar a dita na minha garagem, e  no dia seguinte fui curtir um dia de trabalho  no galipão azul.
A moto é fotogênica em qualquer situação…
De Botafogo a Barra da Tijuca são cerca de 25 km, suficiente para me apaixonar por ela. A moto é bela, amistosa e tem um motor canhão, 110 hp a 7250 rpm, com muito torque, 11,6 kgfm a 6000 rpm. Essa big big trail  tem presença marcante, digna sucessora da Super Teneré 750  cc dos anos noventa.
Diz se não é verdade…
Por esses acasos da vida, precisei ir ao centro do Rio naquele dia, e pro falta de tempo para pegar minha Tenerezinha,  fui na 1200 mesmo. Driblar os coletivos na urbe carioca não foi tão ruim quanto eu esperava, e nas vias expressas hay que maneirar para não levar um flagra dos pardais.
De Super pelas curvas do Aterro do Flamengo…
A moto testada parecia ter o descanso empenado, a ponta do artefato pegava na pedaleira, atrapalhando a pilotagem. Desconfio que a Tenerezona em questão já tenha beijado o solo do planeta, afinal, mais de 6.000 km de teste na mão da plebe rude do moto-jornalismo não é moleza… Achei a troca de marchas entre primeira e segunda meio longa, mas o câmbio de seis marchas é bastante preciso. A embregaem é  dura pacarai, com a pinta de enforcamento. Os comandos são um tanto simples e a traseira meio esquisita, mantendo o estilo “cocker spaniel” da 250cc.
A traseira é mei cocker e esse painel do lado direito é menos belo do que o outro lado…
Mas no geral a moto tem um comportamento de acordo com o visual; matador! A cor azul metálica é não menos que deslumbrante, arrebatadora, deveria vir em todos os modelos Yamaha. Aliás, não é de hoje que Yamahas são azuis, Hondas vermelhas (Red Riders), Suzukis amarelas e Kawasakis verdes (Team Green). Pópará com esse negócio de Hondas Azuis e Yamahas laranja, até as pedras do caminho sabem que laranja é a cor oficial das KTMs.  Uma Tenerezinha ou XT 660 azul ia vender que nem água no deserto.
 O lado esquerdo  da moto é de cair o queixo de tão belo…
Bom, voltando à 1200, ela bebe razoável, 16 a 18 km por litro, dependendo da tocada. O habitat natural dessa moto é a estrada aberta, ainda que de terra. No trânsito diário, você vira meta de motoboy. esse comportamento  é compreensível;  ultrapassar uma moto quase 10 vezes maior que a sua faz bem ao ego, eleva a altoestima, hehe. 
Leô Aragão acertou no milhar na locação das fotos…
Hoje no início da manhã encontrei meu amigo e vizinho Leô Aragão, para uma sessão matinal de fotos. Ele sugeriu as imediações o restaurante Rio’s, no Aterro do Flamengo; cartão postal da Cidade Maravilhosa. A moto nos encantou e a todos que por ali passaram; até a cachorrada ensaiou uma urinada comemorativa do evento.
Pezin pra fora adianta pouco para amparar os 300 quilos da Super…
No geral, e como de hábito, foi difícil me despedir da moto. Não sei se eu compraria uma, ainda que eu tivesse os 60 mil necessários para colocá-la definitivamente na minha garagem. Mas na faixa das Super Big Trails, onde  estão a Varadero, a V Strom e a BMW GS, a Super Teneré tem espaço garantido, e merecido, nos corações e mentes do mundo inteiro.
Qualquer um fica com cara de bacana com uma Super Teneré por perto, hehe…
Aquele abraçow, aceleeera Brasil!
Fausto Macieira
E na sequência o diário de bordo de Leonardo “Leô” Aragão, craque do motocross, da arquitetura e das câmeras fotográficas…
Amor à primeira vista…
Olá a todos,mais uma vez estou aqui tentando fazer comentários destas motos fantásticas que o Fausto deixa eu experimentar.
Já andei de moto pequena, scooter entre outras, mas agora eu acho que andei numa moto de verdade, moto feita para gente grande literalmente, pois esta não foi feita para baixinho.
Tive a felicidade de semana passada fazer as fotos e ao mesmo tempo experimentar a Super Tenere xt1200cc da Yamaha.
O visual frontal é agressivo…
Quando você olha para ela para ela já podemos perceber que esta moto foi criada para brigar com as BMW GS1200cc o jeitão é bem parecido, com muita estrutura aparecendo, a moto totalmente assimétrica, grandalhona e bruta.
O lado esquerdo é o mais pró
A Super Tenere tem uma bela entrada de ar com e um radiador enorme de um dos lados, o para lama dianteiro é muito bem desenhado, mas na lateral direita parece que está faltando alguma coisa, a Yamaha tem um jeito um pouco mais “Robocop” que a BMW, é uma moto que chama a atenção de todos por onde passa, até porque ela tem uma pintura belíssima azul, com a faixa de quadrados pretos com branco que acho que a Yamaha deveria ter em todas as suas motos offroad.
Comandos simples demais para o porte e o preço da moto…
Na minha opinião, até pelo preço da moto acho que ela merecia um acabamento um pouco melhor, os comandos do guidon são simples, nada de mais, achei muito estranho o grande vazio que se tem na carenagem perto do painel, é possível ver todo o fundo dos faróis e o para lama frontal, acho que deveria existir uma peça de acabamento para complementar esta parte da moto.
A “cabine de comando”…
Ao apertar o “start” e ouvir o ronco da 1200cc o prazer é absoluto, é só engatar a primeira marcha e começar a se divertir.
A moto é fácil de pilotar…
Com a moto em movimento em ruas livres ou estradas o seu tamanho e peso são imperceptíveis ela é muito fácil de tocar, freia muito bem e tem um torque de impor respeito.
We Like parabrisas…
O parabrisa faz a sua parte protegendo muito bem do vento, o banco é bastante confortável e o guidon alto e bem aberto proporcionando uma posição confortável e agressiva, bastante offroad.
O som da ventoinha é chato pacarai
De ponto negativo apenas o som bastante alto da ventoinha que incomoda quando é acionado, geralmente quando estava com a moto parada no sinal.
O pino de aço mal colocado (tombo?) atrapalhou a troca de marchas…
E o pior de todos que acredito que tenha sido um problema pontual na moto que testamos, tem um pino em aço do descanso lateral que fica forçando a sola do pé por causa da mola do próprio descanso, acredito que a moto que testamos tinha este problema por alguma má regulagem, caso não, isto  é algo extremamente desagradável ficar andando com pino em aço espetando e forçando o seu pé para cima, sendo desagradável até na mudança de marchas para cima.
Ela merece uma cantada básica: vai ser gostosa assim lá em casa
Resumindo foi uma grande experiência e espero que muitas outras ainda venham.
Obrigado Fausto.
Leonardo Aragão
  
Aí vão mais algumas imagens da moto pelas preciosas lentes do Leô…
Recomendada para grandes aventuras…

Segmento de motos é o que mais cortou


A crise no mercado de motocicletas está mais clara do que a do setor de automóveis. No primeiro semestre houve fechamento de 913 postos de trabalho com carteira assinada no setor. Só a fabricação foi responsável por 1,4 mil desligamentos no período.

O enxugamento ocorre depois que esse ramo conseguiu ampliar o quadro de pessoal em 2o11 em apenas 177 postos. A perda de vigor fica mais evidente quando são observadas as gerações de emprego em 2010 (7,1 mil) e 2008 (12 mil).

Se mantiver a mesma tendência na segunda metade do ano, 2012 deve ser o pior para o mercado de trabalho desde 2009, quando o setor sofria impactos da crise global. Naquele ano, 225 trabalhadores perderam o emprego - dado líquido, já descontadas as contratações. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na sexta-feira, o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, pediu ao Ministério da Fazenda que liberasse recursos dos depósitos compulsórios para aumentar o crédito para a compra de motos. Para ele, o valor de R$ 1,8 bilhão seria suficiente para impulsionar o setor.

De acordo com a Fenabrave, apenas 10% dos pedidos de financiamento para a compra de motos são aprovados atualmente, o que prejudica o setor. Até pouco tempo essa fatia era de 30%. Meneghetti relatou que o pedido ao então ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, foi bem recebido e seria levado ao presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Quando pilotar é um tesão, literalmente


Motociclista de 52 anos processa a BMW por ereção de quatro horas que teria sido causada por passeio de moto
Hoje, 31 de julho, é o Dia Mundial do Orgasmo. A ideia, que surgiu como ação das redes de sex shop britânicas em 1999, acabou ganhando, literalmente, o mundo e é “comemorada” desde então. Mas o que isso tem a ver com motos? Bem, ninguém melhor para responder a essa pergunta do que um motociclista de 52 anos que mora em São Francisco (EUA), cujo nome, obviamente, não foi divulgado. O homem ganhou fama ao entrar com ação contra a BMW por ficar com uma ereção de quatro horas após um passeio de duas horas com uma moto da marca.
Sim, você leu certo. O homem está processando a BMW Motorrad da América do Norte e o concessionário local alegando que a mesma lhe causou priapismo, condição clínica na qual o pênis não retorna ao estado flácido e pode levar à impotência permanente. A ação, registrada na Corte Superior do Condado de São Francisco, ainda especifica que o homem contraiu a doença por conta do assento da motocicleta e pede indenização por danos financeiros, pessoais e emocionais. A queixa foi registrada em abril e até o momento não há informações sobre o desfecho do caso. Mas, ele provavelmente já não deve ter o mesmo “tesão” de pilotar

Clássicas se reúnem no centro histórico de Santos


De acordo com os organizadores, cerca de 1.000 motociclistas foram ao 1º Valongo Moto Classic 
O cenário não podia ser mais adequado: a Estação Ferroviária do Valongo, da antiga São Paulo Railway, estação que ligava Santos  à Jundiaí, de onde tantos imigrantes chegaram ao País. Foi lá que aconteceu o 1º Valongo Moto Classic, um encontro de motos clássicas, no último sábado, 28 de julho, organizado pelo entusiasta das velhas senhoras Marcos Pasini, com apoio da Prefeitura da cidade litorânea e patrocinadores. Nem mesmo o tempo nublado e a garoa que caiu pela manhã atrapalharam o evento. Com cerca de 1.000 motociclistas presentes, de acordo com estimativas dos organizadores, Pasini confessa que a presença dos motociclistas e das principais atrações – no caso, as motos clássicas – superou as expectativas nessa primeira edição.
Antigas Honda “Four”, Harleys, enfim, motos de todo o tipo lotaram a bela estação do Valongo, no Centro Histórico de Santos
Engenheiro de profissão, Pasini há anos mantém viva a paixão pelas motos antigas no seu sitemotoclássicas70 . Depois que os motociclistas paulistas ficaram órfãos do “Moto&Cia Classic“, encontro que ocorria em julho no Pátio do Colégio, no Centro de São Paulo, há quase dez anos, Pasini decidiu com a ajuda dos “antigomotociclistas” de Santos organizar um evento lá no litoral. E essa primeira edição do evento já foi um sucesso. Muitos motociclistas, é verdade, inclusive este que vos escreve, desceu a serra com motos modernas. Mas houve gente que pegou a estrada para exibir sua clássica na área VIP do evento, reservada às motos até 1979, caso de Osmar Gouveia, que veio de Cesário Lange (SP) a cerca de 250km de Santos, com sua Norton 500cc 1948, e que recebeu o Prêmio Espírito de Aventura (expositor que veio rodando com sua moto de mais longe).
Antigas BMW também marcaram presença
Houve ainda outros prêmios, como o concedido à moto mais antiga, uma Indian Twin Board Track Racer de 1907, ou o prêmio originalidade, para uma Honda CB 750 K2 Four, ano 1974, e também o prêmio raridade, que foi ganho por uma bela Moto Guzzi Falcone, também de 1974. Mas havia muitas outras clássicas no local, como a Honda 65cc 1968, do próprio Pasini, uma Yamaha 200 1971, uma impecável Mòndial de Corrida, e a Mòndial 125cc 1958 do ex-piloto veterano santista, o Alfredinho, com a qual ganhou praticamente todas as provas que competiu no final da década de 60. Além de diversas Honda “Four”, BMW, Harley-Davidson, Czépel, e as maravilhosas “Café-Racer” (Honda 500 Four e Suzuki T500) levadas gentilmente pela oficina Recar, de São Paulo (SP). Com o sucesso do evento, Pasini já garante a segunda edição para o próximo ano. (texto e fotos: Arthur Caldeira)
Honda CB 360, usada pela polícia na década de 70
O bonde, que leva os turistas para um passeio no centro histórico, conferia um ar ainda mais retrô ao encontro das clássicas
Não precisa ser velho para pilotar uma clássica como essa Honda CB 500 Four

A moderna Honda CBR 1000RR 2012, que me levou para ver as clássicas em Santos, em frente à histórica Bolsa do Café 

Lançamento de novo modelo no exterior faz Kawasaki reduzir preço da Ninja 250R no Brasil


Essa é a Ninja 250R vendida no Brasil. A partir de hoje, o modelo fica cerca de 10% mais barato
A partir de hoje, a Kawasaki Motores do Brasil passa a praticar preços mais baixos para sua pequena esportiva Ninja 250R. A queda nos valores – que não incluem frete e seguro – foi de cerca de 10%, de acordo com a cor e versão da “Ninjinha”. Veja abaixo a tabela com os novos valores:
Cor/Modelo
Preço Anterior (R$)
Preço Atualizado (R$)
Candy Lime Green
15.550,00
13.990,00
Special Edition (RED, BLK)
15.880,00
14.320,00
Limited Edition
16.180,00
14.620,00

O anúncio da redução de preço pode ser fruto do aumento da concorrência, já que desde o início do ano o segmento de esportivas de 250cc ganhou duas novas representantes: a Honda lançou a CBR 250R e a Dafra apresentou a Roadwin 250.
Acima, a Ninja 250 mostrada hoje no exterior: mais bonita e mais segura com freios ABS
Entretanto, a queda nos preços pode se tratar de uma estratégia comercial para “queimar” os estoques do modelo atual da Ninjinha, pois a nova tabela passa a vigorar no mesmo dia em que a empresa japonesa anunciou o lançamento de um novo modelo 2013 da pequena Ninja 250 na Indonésia. A nova Ninja 250 mostrada na Ásia tem conjunto óptico duplo semelhante à sua irmã maior, a ZX-10R. Além disso, seu motor de dois cilindros paralelos e 249 cm³ de capacidade ganhou novos pistões e cilindros, além de injeção eletrônica de combustível com borboleta dupla no corpo do acelerador e a opção de freios ABS.
Esse é o painel da Ninjinha 2013 que, tudo indica, deve vir em breve para o País
Motor bicilíndrico de 249 cm³ ganhou novos pistões e cilindros para 2013: números de desempenho ainda não foram revelados
A Kawasaki Motores do Brasil não confirma a vinda da “nova” Ninja 250 para o mercado nacional, mas, além de a nova política de preços dar indícios da chegada do modelo 2013, a empresa tem alinhado seus lançamentos no Brasil com o exterior: prova disso foi o desembarque da Versys 1000 e da ZX-14R recentemente nos concessionários da marca verde no País. (por Arthur Caldeira)
Ilustrações do site japonês da Kawasaki mostram uma nova e mais moderna injeção eletrônica na Ninjinha

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

É um pássaro? Um avião? Não, é um carro.


Eu Sei caro leitor... não é moto... Mas não resistir e acabei postando... eita carro inusitado não??
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A esta altura, você já deve ter ouvido falar do projeto DeltaWing, do qual a Nissan é parceira. Trata-se de um monoposto com visual e formato revolucionários, que promete mudar para sempre o desenho dos carros de competição. E não é preciso ser um expert no assunto para constatar o motivo pelo qual os projetistas do modelo acreditam nisso.
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O mais legal é que a Nissan pretende competir com o DeltaWing nas 24 Horas de Le Mans deste ano, o que, por si só torna a edição deste ano da lendária prova de endurance imperdível. O modelo será impulsionado por um motor 1.6 com injeção direta. O grupo responsável pelo desenvolvimento do carro inclui o designer britânico Ben Bowlby, o empresário americano de automobilismo Don Panoz e a empresa do ex-piloto de Fórmula 1, Dan Gurney.
Você gostou do visual desse novo carro de competição? Acha que ele pode dar certo?