A Italiana Ducati resolveu deixar ainda mais exclusiva a exuberante Diavel e lançou a versão especial chamada “CROMO”. Esta nova versão conta com suspensões multi-reguláveis da renomada marca sueca Öhlins, escapamento Termignoni com ponteiras em fibra de carbono, além de inúmeros novos detalhes estéticos. Confira como ficou esta nova máquina assistindo ao vídeo abaixo com a apresentação feita pelo site britânico MCN.
sábado, 1 de setembro de 2012
Cuidados com a relação da moto
Honda relança a Biz 100 carburada
Visando o público iniciante no mundo das duas rodas, principalmente mulheres e interioranos, a Honda recoloca no mercado a Biz 100 carburada. A moto, que foi sucesso de vendas após seu lançamento, em 1998, teve seu motor trocado por um de 125 cc com injeção eletrônica e sistema Flex em 2008.
Mas com a chegada de outras marcas mais simples e mais baratas nesse mesmo segmento, a Honda começou a perder mercado principalmente no norte e nordeste e optou por relançar a versão mais barata da Biz, com motor de 100 cc e alimentação feita por carburador. A com partida a pedal está sendo vendida por R$ 4.710,00 e a com partida elétrica, R$ 5.290,00. Esses valores são os sugeridos pela Honda, com base no estado de São Paulo, sem frete, mas no Pará ela está sendo vendida a R$ 5.990,00.
A Biz 100 tem motor OHC (comando no cabeçote), monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar de 97,1 cc com 6,43 cavalos de potência a 7.000 rpm e torque de 0,71 kgf.m a 4.000 rpm. A compressão é de 8,8:1 e a relação diâmetro x curso do pistão de 50,0 x 49,5 mm. O carburador tem venturi com 15,9 mm de diâmetro e a ignição é eletrônica capacitiva. Não é o mesmo motor utilizado pela Pop 100. A embreagem é do tipo centrífuga e multidisco banhado em óleo. Ela tem catalizador para reduzir a emissão de gases poluentes (CO/HC/NOX) e atende ao PROMOT 3. A lubrificação é forçada por bomba helicoidal.
Pude fazer um bom teste com a moto, e me satisfez bastante. A dirigibilidade é bastante boa, ela é fácil de pilotar, com pneu 60/100 montado no aro 17” na dianteira e 80/100 14” na traseira. O chassi é do tipo monobloco construído com tubos de aço e a suspensão é composta por garfo telescópico com 100 mm de curso na dianteira e braço oscilante com 86 mm de curso na traseira. O banco fica a só 75,3 cm do chão e a distância mínima do solo é de 13 cm. Ela mede 1,89 m e tem 72,6 cm de largura e 108,7 cm de altura. A distância entre eixos é de 1,26 m.
Foi a vez que me entendi melhor com o câmbio rotativo de 4 marchas. Acho que é só uma questão de adaptação, pois foi a terceira vez que testei a Biz.
Na pista mista de testes da Honda, localizada perto de Manaus, onde não há reta longa e nem é plana, atingi velocidade máxima de 95 km/h. Andei também na garupa e achei bem confortável. O banco é em dois níveis e não é muito inclinado, então não me jogava para cima do piloto. Com duas pessoas, ela perdeu só 5 km na velocidade máxima.
Os dois freios são a tambor, com 130 mm de diâmetro na frente, e 110 atrás. A lâmpada do farol tem 30 w. Pesa 99 kg (a sem partida elétrica pesa um quilo a menos) e o tanque de combustível tem capacidade para 5,5 litros sendo 1,5 da reserva. Tem reservatório de óleo do motor com capacidade para 900 ml.
São dois modelos: a com partida a pedal chamada de KS, tem nas cores vermelha e preta, e a com partida elétrica e pedal, chamada de ES, tem também em rosa metálico.
É fácil identificar as duas versões da Biz: a 100 carburada tem lanternas dianteiras e traseiras na cor âmbar enquanto que na 125 são brancas. O motor e a cor do logo da 100 são pretos e os da 125, prata. O painel da 100 é branco e a velocidade vai até 120 km/h, enquanto que o da 125 é azul, com velocidade final de 125 km/h. Além disso, na versão com carburador, podemos observar um corte na base do plástico que cobre a coluna de direção, para que seja possível mexer no carburador e na torneira da reserva de gasolina.
Visitei a Unidade HDA2 que é onde as motos de pequena cilindrada da Honda são produzidas, na fábrica de Manaus e vi que as motos são todas e totalmente testadas antes de saírem da fábrica.
Esta unidade está há dois anos em operação, com 756 pessoas trabalhando e tem 25.000 m². Nessa linha de montagem são fabricadas, por dia, aproximadamente 840 unidades, mas tem capacidade para 1.700, sendo 1.100 da Biz, 500 da Pop 100 e 100 da Lead 110. A Honda quer vender 40.000 Biz 100 nesse segundo semestre.
Italiana TM Racing traz motos off-road para o Brasil
A TM Racing, fabricante de motos off-road para enduro, motocross e supermotard, foi criada em 1976 pelos italianos Claudio Flenghi e Francesco Battistelli, amigos de infância apaixonados por motos e corridas. A empresa é também fabricante dos famosos motores para Kart, MF2 e KZ10 que são utilizados na categoria de Shifter Kart também no Brasil.
Luca Proietti, ex-piloto da TM Racing na Itália, Adalto Gomes Filho, jornalista e dono de oficinas e lojas de motos, e Renato Bastos, empresário do ramo de importação, se associaram para importar a linha de motos off-road da fabricante italiana. O grupo de empresários já fechou com representantes de alguns estados e está negociando com outros.
Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, já têm representantes.
A TM Racing italiana está no negócio como um parceiro comercial. Além de todo o apoio técnico, está dando também um prazo para o pagamento das motos, o que está ajudando aos sócios brasileiros a ter capital de giro.
As 16 motos que vieram no primeiro lote foram vendidas em três dias. Das 32 motos do segundo lote que ainda não chegou, 12 já estão vendidas. Adalto Gomes Filho acha que o fato de as concorrentes estarem com poucas unidades para entregar, ajudou a vender tão rapidamente este primeiro lote. Eles também entraram com um preço estratégico, menor do que os encontrados no mercado.
O carro chefe da TM do Brasil é a 250 4T Enduro, moto que testei na pista da ASW, Off Road Park, localizada em Mogi das Cruzes no interior de São Paulo. Andei tanto na pista quanto na trilha, e foi muito fácil me adaptar. A moto é bem leve, com suspensão que absorve bem as variações de terrenos e os saltos. Passei por raízes e aterrissei de saltos com tranquilidade.
A TM Brasil venderá as motos à vista ou com 50% de entrada e o restante em 6 vezes.
São 7 modelos:
250 4T Enduro, com injeção – R$ 32.000,00
250 4T Cross com injeção e partida elétrica – R$ 30.000,00
250 2T Enduro, com carburador – R$ 28.000,00
144 2T Enduro, com carburador
300 2T Enduro com carburador
450 4T Enduro, com injeção
450 4T Cross, com injeção
p.s.: valores no dia hoje, dia 28, já que está previsto aumento do IPI no dia 01° de setembro.
250 4T Enduro, com injeção – R$ 32.000,00
250 4T Cross com injeção e partida elétrica – R$ 30.000,00
250 2T Enduro, com carburador – R$ 28.000,00
144 2T Enduro, com carburador
300 2T Enduro com carburador
450 4T Enduro, com injeção
450 4T Cross, com injeção
p.s.: valores no dia hoje, dia 28, já que está previsto aumento do IPI no dia 01° de setembro.
Características das motos da TM Racing:
- produção artesanal
- chassi de alumínio ERGA
- cárter fundido em molde de areia (o que só é utilizado para fabricação de carros superesportivos)
- corpo da borboleta do sistema injetor fabricado pela TM
- eletrônica da MICROTEC
- os 4 sensores da injeção (pressão, temperatura, vácuo, tps) e o bico injetor de 12 furos, são automotivos
- freios italianos BREAKING – discos de 270 na dianteira e 240 na traseira
- pinça do freio dianteiro da BREMBO e do traseiro, da NISSIN
- duplo mapa de injeção, com botão para troca no guidão
- duplo mapa de ignição, com botão para troca no guidão, nas 2 tempos carburadas
- escapamento em titânio da holandesa HGS
- aro japonês EXEL
- mesas, cubo de roda e coroa produzidos com sistema CNC
- suspensão dianteira MARZOCCHI
- 4 versões de amortecedor para a suspensão traseira, da SACHS, OHLINS ou TM
- pistão forjado
- biela forjada nos modelos Cross
- curso da suspensão dianteira de 300 mm e da traseira, de 310.
- opção de relação de coroa de 50 a 53
- opção de escolha da ponteira
- opção de pedir mudança na taxa de compressão do motor, que originalmente vem com 8,8:1
- produção artesanal
- chassi de alumínio ERGA
- cárter fundido em molde de areia (o que só é utilizado para fabricação de carros superesportivos)
- corpo da borboleta do sistema injetor fabricado pela TM
- eletrônica da MICROTEC
- os 4 sensores da injeção (pressão, temperatura, vácuo, tps) e o bico injetor de 12 furos, são automotivos
- freios italianos BREAKING – discos de 270 na dianteira e 240 na traseira
- pinça do freio dianteiro da BREMBO e do traseiro, da NISSIN
- duplo mapa de injeção, com botão para troca no guidão
- duplo mapa de ignição, com botão para troca no guidão, nas 2 tempos carburadas
- escapamento em titânio da holandesa HGS
- aro japonês EXEL
- mesas, cubo de roda e coroa produzidos com sistema CNC
- suspensão dianteira MARZOCCHI
- 4 versões de amortecedor para a suspensão traseira, da SACHS, OHLINS ou TM
- pistão forjado
- biela forjada nos modelos Cross
- curso da suspensão dianteira de 300 mm e da traseira, de 310.
- opção de relação de coroa de 50 a 53
- opção de escolha da ponteira
- opção de pedir mudança na taxa de compressão do motor, que originalmente vem com 8,8:1
* por questões judiciais não divugam o peso, já que este pode mudar de uma moto para outra, mas garantem que são as mais leves em todas as categorias.
Suzuki apresenta dois novos modelos de 125cc
Nova GSR 125 chega ao mercado e “brigará” por espaço ao lado da EN 125 Yes
A J. Toledo Suzuki do Brasil apresentou dois novos modelos para o mercado brasileiro. Seguindo uma estratégia de marketing no mínimo confusa, a marca lança as novas GSR 125 e GSR 125S, mas não tira a EN 125 Yes do seu line up. Com isso a Suzuki fica com quatro modelos street até 150cc – além dos dois lançamentos há a citada Yes e a GSR 150i.
Os novos modelos chegam com alterações muito semelhantes às feitas na GSR 150i, mas ainda não ganham injeção eletrônica de combustível. A GSR 125 é carburada, mas traz um motor totalmente novo, segundo a marca. Além disso, conta com suspensão traseira com amortecimento a gás e rodas de liga leve.
A versão S conta com semi-guidões, carenagem envolvendo o farol e spoiler sob o motor
Já a GSR 125S será lançada como uma opção mais “esportiva” para o consumidor. Com uma carenagem envolvendo o conjunto óptico e semi-guidões, a versão traz um novo painel que mescla informações digitais e analógicas e um spoiler sob o motor. As duas novas motocicletas têm 10,72 cavalos de potência e um torque de 0,95 kgf.m e terão uma versão cargo para frotistas. A expectativa da Suzuki é comercializar cerca de 800 motos por mês, entre GSR125 (R$ 5.990) e GSR125 S (R$ 6.490). (por André Jordão)
O painel da GSR 125S mescla informações analógicas e digitais
Honda atingiu dois milhões de motos flex
Funcionários da fábrica de Manaus (AM) comemoram a marca de dois milhões de motos flex produzidas
Hoje, a Moto Honda da Amazônia atingiu um número bastante expressivo: a produção de dois milhões de motocicletas flex. Desde 2009, quando a fabricante lançou a CG 150 Titan Mix, a Honda vem investindo na tecnologia bicombustível – que permite à motocicleta utilizar etanol ou gasolina em qualquer proporção. Atualmente, a Honda produz quatro modelos flex: a NXR 150 Bros, a CG 150 Fan e a Biz 125, além da CG 150 Titan, que juntos representam aproximadamente 60% das vendas da empresa. Para o gerente geral comercial da Moto Honda, Alexandre Cury, “em cinco anos poderemos chegar até 80% do total de motos comercializadas pela companhia. Até porque novos modelos flex serão lançados pela Honda”. Este ano, mais de 470 mil motocicletas flex já foram comercializadas.
Para se ter ideia do domínio da Honda no Brasil, o mercado de duas rodas emplacou em 2011 exatas 1.940.564 unidades, atingindo 78,70% do market share, com 1.375.007 unidades licenciadas. Mas esta supremacia não acontece em outras partes do mundo. No exterior, a marca sofre forte concorrência de outras marcas japonesas, chinesas e até indianas.
Chinês gasta R$ 19 mil para criar réplica de Lamborghini Reventon
O chinês Wang Jian exibiu nesta sexta-feira (31) em Suqian, na província de Jiangsu (China), sua "Lamborghini Reventon". Jian criou a réplica do esportivo de luxo usando partes de outros veículos. Ele gastou US$ 9.450 (R$ 19,4 mil) para construir o veículo, que alcança até 257 km/h.
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