sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Em resposta à Yamaha, Honda vai lançar 300cc flex


CB 300R será o quarto modelo nacional da marca com tecnologia flex 
A Honda não confirma*, mas informações de bastidores dão conta de que a fabricante prepara o lançamento da CB 300R Flex. A apresentação oficial deve acontecer em breve. A nova CB 300R flex parece chegar como uma resposta a Yamaha que, em julho, lançou a Fazer 250 BlueFlex. Rival direta da “Cbzinha”, a 250 foi alardeada pela marca dos três diapasões como a primeira 250cc bicombustível do mundo. Mas vale lembrar que a Honda foi a primeira fabricante no mundo a lançar uma moto bicombustível, em 2009, com a CG 150 Mix.
A tecnologia flex permite à motocicleta utilizar etanol ou gasolina em qualquer proporção, mas exigirá da montadora adaptações na street de média cilindrada muito parecidas com as feitas na CG. Como, por exemplo, a introdução de novos sensor de oxigênio, bico injetor e uma bomba de combustível com tratamento interno para suportar a ação corrosiva do etanol.
Mas é bom salientar que, segundo pesquisa realizada pela Ticket Car, empresa que faz quinzenalmente um levantamento para saber qual combustível é mais barato em cada região do País, hoje o etanol é vantajoso apenas em três estados: São Paulo, Mato Grosso e Goiás, onde o valor do litro não ultrapassa os R$ 2,00. Será que é negócio? 

Para comemorar os 100 anos de sua linha de roupas, Harley lança aplicativo para Android


Os 100 anos de história das roupas da grife H-D podem ser conferidos nos sistema da Apple ou Android
Segurança é palavra-chave para quem pilota uma motocicleta. Além do capacete, o piloto deve estar usando outros equipamentos básicos como, por exemplo, luvas, botas e jaqueta. A história de aliar segurança com “style” nasceu há exatos 100 anos nos Estados Unidos. Desde sua fundação, os executivos da Harley-Davidson achavam, já na década de 1910, que os motociclistas deveriam estar tão bonitos quanto às motocicletas que fabricavam em Milwaukee, no estado de Wisconsin. Ou seja, é “andar” de moto, na moda!
Para comemorar o centenário da linha MotorClothes, a subsidiária brasileira da Harley acaba de lançar mais uma versão de seu aplicativo do catálogo 2012. Inicialmente disponível apenas para iPad, agora os fãs da marca também podem acessar o conteúdo pelo sistema Android. A primeira versão – específica para o sistema da Apple – teve, em apenas seis meses, quase 10 mil downloads. Desta forma, será possível navegar por uma linha do tempo que contará a história dos produtos da grife H-D. Hoje, a divisão MotorClothes é uma das mais rentáveis da companhia.
Toda a rebeldia dos anos 60, 70 e 80. Mas, o couro sempre foi unanimidade entre os motociclistas
No catálogo (impresso, é claro) de 1914 já constavam suéter, moleton, calças e luvas. No ano seguinte, os óculos de proteção – muito parecidos com os usados pelos aviadores da época – eram o objeto de desejo. A partir da década de 1920 as jaquetas de couro tomaram conta do imaginário de muitos jovens e passaram a ser sinônimo do motociclismo. Em 1947, a Harley começou a vender a clássica jaqueta preta de cintura fina, mangas longas e tachas decorativas. Já no final dos anos 50, os primeiros capacetes aparecem na linha de MotorClothes da H-D e na década de 1960 o colete de couro era peça obrigatória para todos os harlistas. A moda se perpetua até hoje, principalmente entre membros de motoclubes espalhados por todo o mundo.
Na década de 1980, a Harley ampliou consideravelmente sua linha de vestuário. Só para se ter uma ideia, em 1986, foram vendidas mais de dois milhões de camisetas com o logo da marca de Milwaukee. A partir deste momento, a H-D também se tornou uma grife. Em 2010, a marca lançou a linha Pink Label, a primeira linha voltada exclusivamente para o público feminino. Além de atrair a mulher para o universo motociclístico, a coleção também tem uma função filantrópica, já que parte da receita das vendas das roupas é doada para instituições de combate o câncer de mama.
As jaquetas de couro apareceram no catálogo da Harley já na década de 1920
Se você quiser conhecer mais de perto a linha de roupas e acessórios da Harley-Davidson, visite um das concessionárias da marca ou dê um pulo no Rio Harley Days 2012, que acontecerá na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre os dias 14 e 16 de setembro. Os ingressos podem ser comprados pelo site do evento e também na Tickets 4 Fun

sábado, 18 de agosto de 2012

As 10 motos mais caras vendidas no Brasil.


A moto mais cara do Brasil, a F3 Serie Oro, foi vendida pela MV Agusta por R$ 170 mil. Este modelo faz parte de uma edição limitada da marca italiana e teve apenas 200 unidades produzidas. Segundo a montadora, todas já foram comercializadas e apenas esta unidade foi destinada ao Brasil. A própria MV Agusta vende outra esportiva, a F4 RR Corsa Corta, também por R$ 170 mil.

As vendas da F4 são feitas por encomenda e a moto leva 90 dias para chegar ao país. Além dessas duas motos, entre as 10 mais caras de empresas com operações oficiais no país estão quatro motos da BMW e duas da Ducati. Honda e Harley-Davidson possuem uma representante cada.

Veja as dez motos mais caras do Brasil:

MV Agusta F3 Serie Oro (Foto: Divulgação)

1. MV Agusta F3 Serie OroOnde é produzida: Itália
Motor: três cilindros de 675 cm³
Potência: 126 cv
Preço: R$ 170.000




MV Agusta F4 RR Corsa Corta (Foto: Divulgação)

1. MV Agusta F4 RR Corsa 
Onde é produzida: Itália
Motor: 4 cilindros de 998 cm³
Potência: 201 cavalos
Preço: R$ 170.000




BMW K 1600 GTL (Foto: Divulgação)

3. BMW K 1600 GTL
Onde é produzida: Alemanha
Motor: 6 cilindros de 1.649 cm³
Potência: 160 cv
Preço: R$ 108.500




Harley-Davidson Ultra Classic Electra Glide CVO  (Foto: Divulgação)

4. Harley-Davidson Ultra Classic Electra Glide CVO 
Onde é produzida: Estados Unidos
Motor: V2 de 1.802 cm³
Potência: n/d
Preço: R$ 104.900




BMW K 1600 GT (Foto: Divulgação)

5. BMW K 1600 GT
Onde é produzida: Alemanha
Motor: 6 cilindros de 1.649 cm³
Potência: 160 cavalos
Preço: R$ 99.500




Honda GL 1800 Goldwing (Foto: Divulgação)

6. Honda GL 1800 Goldwing
Onde é produzida: Japão
Motor: 6 cilindros de 1.832 cm³
Potência: 118 cavalos
Preço: R$ 92.000




BMW R 1200 GS (Foto: Divulgação)

7. BMW R 1200 GS Adventure Premium 
Onde é produzida: Alemanha
Motor: dois cilindros de 1.170 cm³
Potência: 110 cavalos
Preço: R$ 91.200




BMW K 1300 R Dynamic (Foto: Divulgação)

8. BMW K 1300 R Dynamic 
Onde é produzida: Alemanha
Motor: 4 cilindros de 1.293 cm³
Potência: 173 cavalos
Preço: R$ 84.900




Ducati Multistrada S Touring (Foto: Divulgação)

9. Ducati Multistrada 1200 ST
Onde é produzida: Itália
Motor: dois cilindros de 1.198,4 cm³
Potência: 150 cavalos
Preço: R$ 83.900




Ducati Diavel Carbon (Foto: Divulgação)

10. Ducati Diavel Carbon
Onde é produzida: Itália
Motor: dois cilindros de 1.198,4 cm³
Potência: 162 cavalos
Preço: R$ 82.900

Yamaha tira de linha a NEO AT 115.




Após vários meses sem ser produzida da unidade fabril da Yamaha de Guarulhos, o scooter Neo AT 115 terá sua comercialização descontinuada no Brasil. A marca não confirma, pois ainda restam muitas unidades no estoque, mas a saída de linha do modelo já é fato consumado. Ainda restam muitas unidades no estoque, por isso o anúncio oficial ainda não saiu. Para quem gosta da Neo é uma ótima oportunidade para comprar com um preço mais atratativo.

Aprilia cria versão especial da RSV4 com fibra de carbono.




Bucando deixar sua esportiva ainda mais radical, a Aprilia produziu a Aprilia RSV4 Factory APRC Carbon Special Edition. Utilizando como base o seu modelo top de linha, a Factory APRC, a empresa introduziu novos componentes na motocicleta. As carenagens são de fibra de carbono e o escape e suspensões são, respectivamente Akrapovic e Öhlins, empresas conhecidas por alto nível de equipamentos.



A princípio, o modelo é destinado apenas ao mercado australiano e as unidades são numeradas. A moto segue com os itens eletrônicas da APRC, como o controle de tração e sistema anti-wheelie, que impede a moto de empinar. O motor é um V4 de 999 cm³ que gera 180 cv de potência máxima.

Governo estuda incentivo para estimular vendas de motocicletas.



De acordo com dados divulgados pela Fenabrave, federação nacional dos revendedores, o mês de julho foi superior a junho em vendas de motocicletas. Segundo a entidade, foram emplacadas 138.462 motocicletas, número 11,7% maior do que o registrado no mês anterior, mas ainda 13,5% menor do que os 160.177 atingidos no mesmo período de 2011. Neste ano as vendas já acumulam quedas de 8,47% e passados sete meses ainda não chegamos a 1 milhão de motos – até agora foram emplacadas exatas 987.075 unidades.

Para que os números melhorem, aventa-se até mesmo a possibilidade de o governo tomar medidas para estimular o setor. Esta semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse à Agência Brasil que o principal revés é a falta de financiamento. “Os bancos reduziram os créditos em financiamentos e têm receio, principalmente no caso das motos. Estamos trabalhando no sentido de voltar a estimular o crédito para motos. Estamos estudando medidas que vão estimular a retomada de vendas”, afirmou o ministro. Só não explicou como.